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Servidores pedem afastamento do prefeito Juscelino e da presidente do IPSEMA de seus mandatos

Em Assembléia Geral Ordinária realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Açailândia-MA – SINTRASEMA, ocorrida no último dia 12/12 na sede da entidade, os servidores presentes pediram o afastamento ou cassação dos mandatos do prefeito Juscelino Oliveira e da presidente do IPSEMA, Josane Maria após possíveis irregularidades nos repasses dos servidores.

Com o futuro inserto, servidores diante de tantas irregularidades e denúncias de possíveis desvio de dinheiro, os servidores não tiveram outra escolha se não pedir a cabeça (mandato), do prefeito de Açailândia, Juscelino Oliveira e Silva, e da presidente do Instituto de Previdência Social dos Servidores do Município de Açailândia – IPSEMA, a Sra. Josane Maria Sousa Araújo.

Em resposta aos servidores, o SINTRASEMA irá tomar providências judiciais sobre o caso de possível afastamento ou cassação dos mandatos do prefeito Juscelino Oliveira e da presidente do IPSEMA, Josane Maria.

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Segundo dados de uma Auditoria Fiscal da Receita Federal, no período de 2013 a 2017, constataram que nesse período o município não repassou ao instituto a contribuição patronais e segurados que somam mais de R$ 21 milhões, referente também a parcelamentos não cumpridos pela prefeitura de Açailândia.

Os servidores também discutiram a possibilidade de voltar ao sistema normal previdenciário (INSS), algo que para o presidente da entidade, Antonio Melo, é muito difícil de acontecer, é mais fácil fiscalizar o IPSEMA e a prefeitura do que voltar ao antigo sistema de aposentadoria.

A auditoria constatou possíveis irregularidades sobre a forma como estão acontecendo, sendo que desta forma o futuro para estes profissionais fica insertos.

Durante a auditoria foram verificados Balanços Contábeis, extratos bancários, resumo das folhas de pagamentos, entre outros. 

Em levantamento feito pelo Conselho Municipal de Previdência do IPSEMA, diante de tantas irregularidades nos repasses patronais e segurados. Em um rápido levantamento feito referente aos meses de Janeiro, Fevereiro e Março de 2018, nesse levantamento foram constatados que no mês de março em abertos, ou seja, não haviam sido repassados ao IPSEMA. Ao questionar a presidente do instituto, o Conselho foi informado de que o pagamento foi pago posteriormente, o que pago com juros.

O conselho solicitou a pasta referente ao mês de Julho daquele ano e de fato foi constatado que avia sido feito o pagamento com informado anteriormente, o valor pago nesse período foi inferior a R$ 200 mil a título de juros e multas.

Após constatar esta situação de possíveis irregularidades, o Conselho continuou a análises referente ao mês de outubro, onde foi constatado várias lacunas de repasses patronais não pagos dentro das competências.           

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