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Presidência da câmara chama policia para professores em grevistas em Açailândia

Na sessão desta quinta-feira (21) da Câmara Municipal de Açailândia em que o SINTRASEMA iria pedir o afastamento do prefeito Juscelino Oliveira e Silva os professores foram tratados como... (marinais) pela presidência da casa. 

O auditório da câmara estava lotado de professores que foram a pedido do sindicato, quando a Força Tática chega a pedido da presidência da câmara por conta da grande quantidade de professores que ali estavam pacificamente. 


Aliás, assim tem sido desde que iniciaram a grave em 07 de fevereiro desse ano, todos os atos do profissionais da educação sempre foram pacíficos, na caminhada, carreata, entre outros atos promovidos pelos professores. 


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Na noite desta quinta não foi diferente os mesmos profissionais que lutam para que seus direitos garantidos por Lei sejam cumpridos pela atual gestão, na câmara municipal o atual presidente interino ao ver a grande quantidade de professores achou por bem chamar a policia "Força Tática" para manter a ordem que nunca saiu ordem. 


Pela quantidade de policia que tinha na sessão, deu a entender para os professores que quem chamou a policia ver estes profissionais como baderneiros. 

Não se sabe se tudo isso é a pedido do prefeito. O fato é que isso ficou feio para a presidência atual da câmara municipal.


Outra atitude que chamou atenção dos profissionais da educação principalmente do presidente do SINTRASEMA, Antonio Melo, que ha duas semanas o sindicato havia solicitado por meio de oficio espaço para usar a tribuna da câmara no dia 21/02, quando ontem a tarde a entidade foi notificada com um oficio negando o espaço ao presidente. Deu a entender que a "casa do povo" não pode ser usada pelo povo, algo contraditório.  

O que deixa o servidor com uma certa desconfiança é que talvez essa decisão de negar a falar ao presidente do sindicato SINTRASEMA que lidera a greve que até o dia de ontem não tinha sido suspensa, que o motivo, ou seja a ordem possivelmente tenha vindo do executivo para que o pedido fosse negado. 

Vale ressaltar que embora a GREVE tenha sido suspensa pela Justiça, a  paralisação dos profissionais da educação do município de Açailândia continua, segundo o sindicato.  


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