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Comércio deve voltar a reabrir a partir do dia 5, com restrições em todo o estado


Nesta sexta-feira (27), as entidades empresariais do comércio do Maranhão solicitaram ao Governo do Estado a reabertura do comércio a partir do próximo dia 5 com algumas alterações. O serviço considerado não essencial está fechado desde o último sábado (21).
A carta de sugestão foi elaborada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Maranhão (Fecomércio-MA), Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado do Maranhão (FCDL), Federação das Associações Empresariais do Maranhão (FAEM), a Câmara de Dirigentes Lojistas de São Luís (CDL), a Associação Comercial do Maranhão (ACM) e a Associação dos Jovens Empresários do Maranhão (AJE),
Na carta, foi considerado cumprir as normas do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde, que definem o isolamento social por um prazo de 14 dias para que os sintomas se manifestem e os casos possam ser identificados.
É argumentado também que a evolução dos casos no Maranhão segue em ritmo controlado e que como o estado tem uma curva de disseminação lenta e sem apresentar ocorrências graves, além da ausência, até o presente momento, de contaminação comunitária, segundo os dados oficiais, pode-se voltar a ter o comércio aberto novamente.
A solicitação é para que as atividades comerciais não essenciais passem a ter autorização para funcionar em horário reduzido, das 9h às 14h para os estabelecimentos de rua, e das 14h às 19h para as empresas localizadas em Shopping Centers e Galerias Comerciais, por um período de 15 (quinze) dias. Também é posto que os estabelecimentos que decidirem pelo funcionamento nesse período de 15 dias iniciais, deverão seguir normas de controle sanitário a serem determinadas no novo Decreto.
Além disso, os estabelecimentos também deverão se comprometer a priorizar o afastamento de empregados pertencentes ao grupo de risco (pessoas com idade acima de 60 anos, gestantes e portadores de doenças graves), dar preferência ao trabalho remoto para os setores administrativos, e, quando possível, utilizar veículos próprios ou de fretamento para transporte de trabalhadores.

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