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Maranhão tem 15 casos confirmados de H1N1 e três mortes em 2020

A última vítima fatal do H1N1 no Maranhão foi na capital maranhense, onde uma criança de dois anos.


Secretaria de Estado da Saúde (SES) do Maranhão confirmou que 15 casos de H1N1 (Influenza A) foram diagnosticados no estado. A SES revelou que outros dois casos suspeitos já estão sendo investigados pelo Laboratório Central do Maranhão (Lacen). São duas crianças que deram entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Araçagi, na região metropolitana de São Luís.
Após a informação dos casos, foi feita imediatamente a coleta de material para exames e iniciada a medicação específica conforme protocolo do Ministério da Saúde e o monitoramento dos pacientes com Influenza A, que é causada por uma mutação do vírus da gripe. Até o momento, três pessoas morreram pelo vírus H1N1 no Maranhão em 2020.
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A última vítima fatal do H1N1 no Maranhão foi na capital maranhense, onde uma criança de dois anos entrou em óbito em um hospital particular, na última quarta-feira (11).
Medidas de prevenção foram adotadas para os cinco idosos que tiveram contato com o paciente, com medicação e orientação para vacinação.
A SES se pronunciou através de nota. Confira:
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que, até o momento, 15 casos de H1N1 foram confirmados no Maranhão. Outros dois casos suspeitos estão em investigação pelo Laboratório Central do Maranhão (Lacen). Tratam-se de duas crianças que deram entrada na Unidade de Pronto Atendimento do Araçagi.
Foi feito a notificação dos casos, coleta de material para exame específico; iniciado a medicação específica conforme protocolo do Ministério da Saúde e está sendo feito o monitoramento dos casos.

Vacina antecipada

Devido à alta incidência de Influenza A no Brasil e ao perigo de avanço do coronavírus, a campanha de vacinação, que estava prevista para ocorrer no fim de abril, foi antecipada para o fm de março. A imunização estará disponível em todos os postos de saúde do Maranhão. A preocupação maior é com relação aos grupos vulneráveis, que inclui povos indígenas, idosos (a partir dos 60 anos), pessoas portadores de doenças crônicas, gestantes, crianças de 6 meses a 6 anos e puérperas (mulheres de até 45 dias após o parto).
A campanha de 2020 começa no dia 23 de março. Nos primeiros dias, o foco inicial estará em idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores de saúde. A partir de 16 de abril, professores, doentes crônicos e profissionais das forças de segurança e salvamento serão incluídos. Do dia 9 de maio em diante, crianças, grávidas e demais públicos também poderão tomar suas doses. O dia D da campanha está marcado para 9 de maio, sábado.
Essas adequações, inéditas na história da campanha, visam justamente facilitar o acompanhamento das infecções pelo novo coronavírus. A ordem dos grupos prioritários foi pensada para facilitar o acesso dos grupos mais vulneráveis às complicações tanto de gripe quanto de Covid-19.
A meta do governo é resguardar 90% do público-alvo. Em 2019, a campanha atingiu o seu objetivo. Porém, alguns grupos ficaram abaixo do esperado: apenas 86% dos indivíduos com doenças crônicas, 82% das crianças, 81% das gestantes, 74% da população privada de liberdade e 48% dos profissionais de forças de segurança e salvamento foram imunizados.
O Imparcial

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