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Acidentes no trânsito matam mais que crimes violentos no Maranhão

Seguradora divulga levantamento que compara as indenizações por morte pagas pelo Seguro DPVAT e números da Secretaria Nacional de Segurança Pública.


Mesmo em tempos de isolamento social por conta da pandemia do novo coronavírus, este mês marca o momento de reflexões para a conscientização para a redução de acidentes de trânsito, por meio do movimento Maio Amarelo. Neste cenário, pelo segundo ano consecutivo, um levantamento da Seguradora Líder aponta números alarmantes: em dez estados brasileiros, o trânsito mata mais do que os crimes de homicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte.

Um comparativo entre as indenizações pagas pelo Seguro DPVAT e os dados da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, mostra que, em 2019, dez estados somaram 23.757 pagamentos do Seguro DPVAT por acidentes fatais no trânsito. No mesmo período, os óbitos relacionados aos homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte totalizaram 16.666 mortes.

Dentre estes dez estados, o Maranhão ocupa a quinta posição no país com 1.886 sinistros pagos por acidentes fatais no trânsito contra 1.483 óbitos por crimes violentos. Do total de indenizações pagas por morte pelo Seguro DPVAT, cerca de 73% (1.380), resultou de acidentes envolvendo motocicletas. Já a faixa etária mais atingida foi a que compreende 25 a 34 anos, correspondendo a 23% dos casos (442).

Coronavírus no Maranhão


O Maranhão registrou nas últimas 24h, 938 novos casos de infecção pelo novo coronavírus e chegou a 10.739 infectados nesta pandemia. São 496 mortos e 2591 recuperados da doença em 176 municípios afetados diretamente, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES), divulgados na noite desta quinta-feira (14).

A secretaria informou ainda que nas últimas 24h, mais 26 mortes foram confirmadas por conta da Covid-19. Foram 17 ocorrências em São Luís, duas em Brejo e as outras em Raposa, Buritirana, Morros, Pedreiras, Timon, Paço do Lumiar e Lago da Pedra.

Ficar em casa


Ficar em casa é importante porque, segundo as autoridades de saúde, é a única maneira mais eficaz no momento para frear o aumento repentino no número de casos, o que poderia causar um colapso no sistema de saúde pela falta de leitos e de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

Um colapso causaria a diminuição drástica da capacidade do sistema de saúde em cuidar dos pacientes, o que aumenta a chance de óbitos por Covid-19 e também por outras doenças.

Cuidados


Para evitar a proliferação do vírus, o Ministério da Saúde recomenda medidas básicas de higiene, como lavar as mãos com água e sabão, utilizar lenço descartável para higiene nasal, cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando espirrar ou tossir e jogá-lo no lixo. Evitar tocar olhos, nariz e boca sem que as mãos estejam limpas.

G1/MA

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