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Ministério Público requer lotação de investigadores e escrivão em delegacia, em Itinga do Maranhão

A Promotoria de Justiça de Itinga do Maranhão ingressou, nesta quinta-feira, 3, com uma Ação Civil Pública contra o Estado do Maranhão, na qual requer a imediata lotação de pelo menos dois investigadores e um escrivão de polícia na delegacia do município.

Na ação, o promotor de justiça Tiago Quintanilha Nogueira afirma que é imensa a movimentação de procedimentos policiais e processos criminais na comarca. Ao mesmo tempo, a delegacia de polícia de Itinga do Maranhão conta apenas com dois profissionais da carreira policial: um delegado e um investigador.

Além disso, há seis servidores cedidos de outros órgãos que realizam as funções de escrivão, secretário, faxineira e vigilantes.

De acordo com o membro do Ministério Público, a situação é caótica no município, que tem cerca de 30 mil habitantes e faz divisa com o estado do Pará. Pelo menos duas facções criminosas atuam no município de Itinga do Maranhão, de acordo com informações da própria Polícia Civil.

Após o anúncio, em setembro deste ano, da nomeação de delegados, investigadores, escrivães, peritos e odontolegistas, tanto a Secretaria de Segurança Pública quanto a Superintendência de Polícia Civil do Interior deram respostas evasivas a respeito da lotação de servidores em Itinga do Maranhão, quando questionados pelo Ministério Público.

Na Ação Civil Pública, a Promotoria pede a concessão de medida liminar nomeando ao menos dois investigadores e um escrivão para a delegacia, sob pena de multa diária, crime de desobediência e outras medidas coercitivas que sejam necessárias.

Redação: Rodrigo Freitas (CCOM-MPMA)

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