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DADA A LARGADA NA CAMPANHA DE ENFRENTAMENTO À EXPLORAÇÃO DE MÃO DE OBRA INFANTIL EM AÇAILÂNDIA


Nesta segunda-feira (07) foi dada a largada na Campanha de Combate à Exploração da Mão de Obra Infantil em Açailândia. Durante a semana serão realizadas carreata On-line divulgando cards de sensibilização, Entrevistas em Emissoras de Rádios e TV local, Drive Thur nos SCFV sensibilizando e conscientizando a população sobre as consequências de uma exploração precoce.

“Precisamos juntos nos mobilizar para combatermos, a Rede de Garantia de Direitos conta colaboração de todos. Ao longo da semana as Ações Estratégicas do PETI estará divulgando as programações de combate, se junte a nós para lutarmos por essa causa nobre. Dia 12 de Junho é o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil”.

SOBRE O TRABALHO INFANTIL

O trabalho infantil faz parte da história Brasil desde o início da colonização, com a exploração da mão de obra escrava de indígena e africanos em diversas: agricultura, mineração, comércio, trabalho doméstico, exploração sexual e a própria compra e venda de crianças e adolescentes (tráfico de menores) em grande parte, trabalhando desde a mais tenra idade, em regime de exploração.

Com o advento da industrialização, crianças e adolescentes foram absorvidos pelo sistema fabril, com longas jornadas de trabalho, condições insalubres e perigosas, em outras violações. Além da abissal desigualdade de renda, característica marcante da sociedade brasileira, outros fatores como o racismo estrutural e a imposição de papéis de gênero são aspectos culturais que determinam a entrada de crianças e adolescentes no mercado de trabalho.

O trabalho infantil refere-se às atividades de lucro, remuneradas ou não, realizadas por crianças e adolescentes em idade inferior a 16 anos, ressalvada a condição de aprendiz a partir dos 14 anos, independentemente da sua condição ocupacional. Todo adolescente pode e tem um direito ser um Jovem Aprendiz.

O trabalho infantil deve ser constantemente evitado e combatido, mas é importante entender que, excepcionalmente, o adolescente, a partir de 14 anos, pode ser inserido no mercado de trabalho de forma protegida, na qualidade de aprendiz, além disso a jornada de trabalho não pode tornar incompatível a frequência à escola.

Tipos de Trabalho Infantil:

Trabalho realizado nas ruas;

Trabalho em atividades ilícitas;

Trabalho noturno;

Trabalho perigoso e insalubre;

Trabalho prejudicial à moralidade.

OS PRINCIPAIS RISCOS E CONSEQUÊNCIAS DANOSAS DE TRABALHO INFANTIL:

Afeta a saúde e desenvolvimento físico-biológico, uma vez que expõem a riscos de lesões, deformidades físicas e doenças, muitas vezes superiores às possibilidades de defesa de seus corpos.

Compromete o desenvolvimento emocional, crianças e adolescentes que são submetidas ao trabalho precoce e podem apresentar, ao longo de suas vidas, dificuldades para estabelecer vínculos afetivos em razão das condições de exploração a que estiveram expostas e dos maus-tratos que receberam dos patrões e empregadores.

Baixo desenvolvimento escolar ou até mesmo evasão escolar.

Abuso sexual, físico ou emocional.

Lugar de Criança na Escola. Somos contra qualquer tipo de qualquer violação de direitos de crianças e adolescentes. Diga não ao Trabalho Infantil. Denuncie. Procure um conselho tutelar ou Disque 100.

Do blog Amarcos Noticias

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