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AÇAILÂNDIA: CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA MULHER SE REÚNE NA CASA DOS CONSELHOS


As conselheiras do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (COMDIM) estiveram reunidas no mês de setembro, na Casa dos Conselhos, onde participaram de mais uma reunião mensal.

O encontro serviu para fazer um balanço das ações alusivas ao “Agosto de Lilás”, como também a participação do Conselho nas atividades do “Setembro Amarelo”, além de alinhar demandas referentes a políticas públicas no que diz respeito da atuação do órgão no município, bem como ações conjuntas com outras secretarias que possam contribuir com as mulheres de Açailândia em situação de violência e vulnerabilidade.

Integrantes do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher discutiram a redefinição das comissões do órgão que são responsáveis pela abordagem e plano de ações nos temas recorrentes nas questões relacionadas às mulheres. 

Para a presidente do COMDIM, Geane Maria Reis, a reunião foi produtiva e importante, pois foi possível analisar, junto com as integrantes do conselho, as ações desenvolvidas e o papel fundamental da Rede de Proteção às Mulheres. “A avaliação que eu faço é muito positiva, principalmente, com a chegada da Patrulha Maria da Penha em nosso município. Tenho que agradecer o papel de todos os membros da Rede de Proteção às Mulheres em Açailândia, que direta ou indiretamente, acompanharam e acreditaram na possibilidade de melhorias na oferta dos serviços à mulher vítima de violência doméstica e familiar em nosso município”, comemorou a parceria. 

A Coordenadora do CRAM – Centro de Referência de Atendimento à Mulher, Ana Raissa Rodrigues, fala da expectativa dessa conquista. “Já iniciaram os atendimentos pela Patrulha Maria da Penha em Açailândia, que conta com um carro próprio para fazer as rondas. Nossa expectativa é ter um aprofundamento na proteção das mulheres açailandenses, criar um ambiente seguro e estruturar a Rede de Proteção às  Mulheres. A Ronda tem o intuito de assegurar proteção a mulheres em situação de violência doméstica que estejam sob medida protetiva determinada pelo Poder judiciário”, disse. 

ASOM/PMA


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