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MARANHÃO: MAIS DE MIL CASOS DE DENGUE SÃO REGISTRADOS EM TODO O ESTADO, DIZ SES

Dos 1.100 casos de dengue confirmados no Estado, 104 foram registrados, até agora, na capital São Luís; Apesar dos dados estatísticos, nenhuma morte foi confirmada ainda este ano.

O Maranhão já registrou desde o início de 2021, até momento, 1.100 casos de dengue em todo o Estado, segundo dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES).

O mesmo boletim da SES informa, também, que em relação aos casos de chikungunya e zika vírus foram confirmados 98 e 52 respectivamente. Mas apesar dos dados estatísticos, nenhuma morte foi confirmada ainda este ano.

Em relação a 2020, o Estado teve 1.721 casos de dengue, 100 de chikungunya e 85 de zika vírus. O Maranhão também registrou cinco mortes por dengue e duas por chikungunya.

Dos 1.100 casos de dengue confirmados no Estado, 104 foram registrados, até agora, na capital São Luís. No que diz respeito à chikungunya, já foram 15, e mais 20 casos de zika vírus contabilizados na Ilha. Sobre o número de mortes, São Luís também não registrou nenhum caso sobre a doença causada pelo mosquito Aedes Aegypti.

Em comparação ao ano de 2020, na capital maranhense foram 738 casos notificados de dengue, 49 de chikungunya e 64 de zika, com três mortes de dengue confirmadas e uma por chikungunya.

Segundo os especialistas, para evitar a proliferação do mosquito Aedes é preciso ter atenção e muito cuidado. O coordenador do Programa de Arboviroses da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) de São Luís, Pedro Tavares, diz que relaxar nas medidas de prevenção pode causar um problema de saúde pública.“É preciso que toda a população tenha cuidado em suas casas. Não deixe a água parada, não cria esse mosquito dentro de casa porque criando é um problema de saúde pública”.

Prevenção

Para combater a infestação do mosquito transmissor, o cidadão também pode eliminar os focos ao adotar as estratégias de combate ao mosquito. Veja abaixo:

- Manter limpos os recipientes/locais de armazenamento de água;

- Acionar a Secretaria Municipal de Saúde ou outro ente público quando forem identificados focos do mosquito Aedes Aegypti de difícil eliminação pelos moradores ou pela população;

- Manter bem tampados tonéis, caixas e barris de água;

- Encher pratinhos de vasos de plantas com areia até a borda ou lavá-los uma vez por semana;

- Manter garrafas de vidro e latinhas de boca virada para baixo;

- Guardar pneus em locais cobertos, protegidos de chuva;

- Fazer sempre manutenção de piscinas;

- Encher com massa de cimento os cacos de vidro de muros;

- Manter as calhas limpas para evitar coleção de água;

- Lavar os tanques, caixas d’água, tonéis, jarros de planta (áreas internas e externas) com escova para retirada dos ovos do mosquito que permanecem viáveis por mais de 01 ano, aderidos às superfícies;

Dar destino ao lixo, não acumulando resíduos e recipientes (qualquer “coisa” que possa acumular água) nas áreas ao redor da residência;

- As Empresas de Construção Civil devem assegurar que as áreas de construção estejam livres de focos do mosquito-vetor;

- As Imobiliárias devem manter os imóveis sob sua responsabilidade limpos e assegurar a entrada dos Agentes de Controle Endemias de combate á Dengue dos municípios nos prédios para vistoria e tratamento de focos.

G1/MA


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