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MARANHÃO: ESTADO REGISTROU APENAS 934 CASOS DE DENGUE EM 2021

Em 2021, não houve registros de óbitos confirmadas no Maranhão.

O Brasil registrou queda de 42,6% no número de casos prováveis de dengue entre 2020 e 2021. No ano passado, foram notificadas 543.647 infecções, contra 947.192 em 2020. Os dados são da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

Segundo o portal Brasil 61, entre os casos de zika, houve uma pequena redução de 15%, passando de 7.235 notificações em 2020 para 6.143 em 2021. Já a chikungunya registrou aumento de 32,66% dos casos, com 72.584 em 2020 e 96.288 no ano passado.

Devido às altas temperaturas e às chuvas abundantes, o verão é o período do ano em que os ovos eclodem e acarretam o aumento de infecção por dengue, chikungunya e zika.

No Maranhão, segundo a Secretaria de Estado da Saúde, até novembro do ano passado o Maranhão registrou 934 casos de dengue, 62 de chikungunya e 13 de zika. Em 2020, o estado notificou 1.764 casos de dengue, 104 chikungunya e 91 de zika.

De acordo com a SES, em 2020 foram confirmados 5 óbitos de dengue e 2 de chikungunya. Em 2021, não houve registros de óbitos por arboviroses confirmadas no Maranhão.

“Nos anos de 2019 a 2021, o Maranhão não sofreu epidemias de arboviroses. Contudo, os últimos levantamentos identificaram um leve crescimento de casos. Apesar de o cenário ser considerado de baixa incidência, não podemos nos acomodar, para isso a sociedade e o poder público devem caminhar juntos”, disse a coordenadora do Programa Estadual do Controle das Arboviroses da SES, Graça Lírio.

Mas como se prevenir? O Aedes aegypti é um mosquito doméstico que tem uma fase aquática e outra terrestre, aproveitando qualquer recipiente artificial ou natural que contenha água por um período de tempo que permita que as larvas de mosquito se desenvolvam dentro dele. Portanto, a medida de prevenção mais importante é a eliminação da maioria dos locais de reprodução de mosquitos em nosso ambiente.

Os recipientes ideais para a reprodução desse mosquito podem ser desde grandes a pequenos com água permanente ou que contenham água temporária. Portanto, é aconselhável:

Tapar os tonéis e caixas d’água;

Manter as calhas sempre limpa;

Manter lixeiras bem tampadas;

Deixar garrafas sempre viradas com a boca para baixo;

Deixar ralos limpos;

Adicionalmente barreiras físicas podem ser medidas adotadas, tais com telas mosquiteiras, cortinas de vento, entre outras;

Para evitar ser mordido, utilizar repelentes autorizados, respeitando os tempos de ação indicados pelo fabricante.

O IMPARCIAL


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