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AÇAILÂNDIA: SERVIDORES DA SAÚDE PARTICIPAM DE TREINAMENTO DE ENTOMOLOGIA DO FLEBÓTOMO

A Secretaria de Estado da Saúde realizou uma qualificação técnica laboratorial para profissionais da Vigilância em Saúde de Açailândia e Gerências Regionais de Saúde da região na identificação de flebotomíneos. A capacitação foi ministrada pelo biólogo e entomologista Jorge Luis Pinto e aconteceu de 28 de março até o dia 1º de abril, em Imperatriz.

De acordo com o diretor da Divisão de Endemia, Leomar da Silva Mota, a ação faz parte da programação de Combate e Controle à Leishmaniose no Estado. Ele explica que a capacitação são para os técnicos e agentes de zoonoses dos municípios que apresentam transmissão intensa da doença e o intuito é qualifica-los para que eles façam essa identificação do vetor dentro do laboratório. Além de Leomar, mais três servidores participaram do treinamento, o agende de Endemias, Evaldo Mourão; o supervisor, Miquéias Santos Silva, e o entomologista, Jean Carlos Melo.  

“Nós, a gestão municipal, a nossa equipe em vigilância, sabemos que a importância dessa qualificação é identificar se realmente o mosquito está presente em nosso município, se o vetor está positivo, saber qual é a espécie predominante e até que ponto os vetores estão agindo. Identificar o mosquito não é apenas dizer ‘isso é um flebótomo’, mas sim identificar gênero e espécie”, afirma Jean Carlos. 

Flebotomíneos – São insetos que se alimentam de sangue, responsáveis pela transmissão da Leishmaniose Visceral. Eles medem de 2 a 3 milímetros de comprimento e, devido ao seu pequeno tamanho, são capazes de atravessar as malhas dos mosquiteiros e telas. Apresentam cor amarelada ou acinzentada e suas asas permanecem abertas quando estão em repouso.

Seus nomes variam de acordo com a localidade; os mais comuns são: mosquito palha, tatuquira, birigui, cangalinha, asa branca, asa dura e palhinha. O mosquito palha ou asa branca é mais encontrado em lugares úmidos, escuros, onde existem muitas plantas.

As fontes de infecção das leishmanioses são, principalmente, esses insetos flebotomíneos que abrigam o parasita em seu tubo digestivo, porém o hospedeiro também pode ser o cão doméstico.

ASCOM/PMA

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